A palavra
sexo (do Latim secare: cortar, dividir) [1] originalmente refere-se a nada mais do que a divisão da raça
humana em dois grupos: fêmeas e machos. Todos os indivíduos pertencem a um
destes grupos, ou seja, ou o indivíduo é fêmea ou é macho. Contudo, o assunto
não é tão simples, em alguns casos pode ser extremamente difícil determinar se
um indivíduo em particular é do sexo feminino ou masculino, haja vista
intervenções genéticas que ditam ordens diversas de manifestações de sexualidade.
O sexo é algo polêmico no
que diz respeito à religião. Algumas religiões consideram algo sujo, impuro,
pagão. Na igreja católica, por exemplo, os padres e madres fazem voto de
castidade; em alguns segmentos evangélicos o corpo não pode ser explorado e
dentro da umbanda e candomblé é comum a expressão corpo sujo (quando o homem e mulher tiveram relações sexuais)
[2], isso
sem entrar no assunto: sexualidade, gênero, homossexualidade, etc.
Em particular a Umbanda
acredita em um caráter espiritual das manifestações sexuais, vez que a
identidade sexual de cada um se expressa não no corpo físico que possui, mas no
corpo espiritual. Também citando o ato sexual a umbanda acredita que essa
atividade tem por base compensações de libido com efeitos físicos, astrais e
mentais.
Direcionando para o ato
sexual, a umbanda não o condena, porém, considera
que o ato não é somente interação biológica, mas que “se estabelece um circuito
de forças pelo qual a dupla se alimenta psiquicamente de energias espirituais,
em regime de reciprocidade” [3]. E em relação ao ato antes de trabalhos mediúnicos na
umbanda, o sexo é proibido, pois, traz um gasto de energia física, que poderia
ser utilizada pelas entidades, também como citado antes os umbandistas
acreditam que o sexo traz uma troca de energia com quem se pratica e essa
mistura de energia pode ser negativa, consideram também que a atividade os
deixe muito próximos ao material e distante das energias espirituais. Após os
trabalhos a ação continua sendo não aconselhável, pois as energias precisam de
certo tempo para serem “assentadas” e a energia sexual poderia interromper esse
processo[4].
Já na questão da
sexualidade, acreditasse
que dentro do espiritismo a reencarnação, ou seja, após o desencarne (morte) o
espírito tem a possibilidade de reencarnar em busca de evolução, onde uma alma
feminina pode vir como homem, o que explicaria, para alguns, o desejo afetivo
por pessoas do mesmo sexo. Dentro da Umbanda não é considerada a
sexualidade (homens ou mulheres) os praticantes são apenas médiuns [5].
Referências Bibliográficas
1. Lista
de palavras. http://origemdapalavra.com.br/palavras/sexo/
2.
Palavras Ditas pelos Guias . http://umbandaestudo.blogspot.com.br/2008/08/palavras-ditas-pelos-guias.html
3.
Xavier, Francisco Cândido. Pelo Espírito Emmanuel. Vida e
Sexo. 4.ed. Rio de Janeiro : FEB, p.30.
4. Mello, José Carlos. Umbanda e sexualidade. http://www.mundoaruanda.net/noticia.php?id=79
Cordeiro, Clayton. A Homossexualidade na Umbanda.
http://www.homorrealidade.com.br/2012/03/homossexualidade-na-umbanda.html
Gostaria de maiores informaçoes a reencarnação de mulher em homen e homen em mulher traz os gostos do encarne anterior ou e esquecido e parte para uma nova.
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