Pesquisa de campo: Faculdade de Teologia Umbandista


Conforme o post – Umbanda Preconceito e Discriminação – pode-se perceber que a umbanda, bem como seus adeptos, sofre de discriminação que fora de forma mais explícita, direta e agressiva, no começo do século, quando ainda não havia a laicidade do Estado, mas que se mantém até os dias atuais. Seja por seja por falta de conhecimento da doutrina, seja por influência dos ensinamentos de outras religiões que se fundiram com o senso comum da sociedade brasileira.

Desse modo, buscou-se fazer uma pesquisa de campo com o intuito verificar/comprovar se realmente os umbandistas sentem essa discriminação no seu dia a dia.

A pesquisa de campo foi realizada na biblioteca da Faculdade de Teologia Umbandista – FTU – a primeira instituição de ensino superior que busca um estudo da Teologia, com ênfase nas religiões afro-brasileiras, com atividades iniciadas em 2004. Onde se entrevistou o pai de santo – Bruno Barbosa – por recomendação da faculdade. Na entrevista, disponível no vídeo abaixo, Bruno explica de forma resumida como se deu a formação da Umbanda e exemplos de discriminações sofridas por ele.

Pode-se concluir com essa pesquisa de campo que os umbandistas sofrem até hoje de preconceito e discriminação. Entretanto, nessa última fala do Bruno, foi possível notar uma visão positiva em relação à mudança de atitude a população brasileira. Afinal, intolerância religiosa e discriminação não combinam com essa nação plural e diversificada que somos!

Nenhum comentário:

Postar um comentário